Domingo, 7 de Agosto de 2005

Um Paraíso no meio da cidade

post by BrisaAzul

O vento anda, corre e voa!

No meio da cidade de Lisboa, existe um paraíso que está à vista de todos, mas talvez porque todos temos compromissos e onde ir, nem reparamos o que existe à nossa volta. O Jardim do campo grande é um sítio maravilhoso para se passear depois de um dia de trabalho. Podemos respirar descansadamente à sombra das suas árvores altivas, com os pés descalços na relva saborear a fresca brisa que corre pelo jardim, fazendo lembrar uma bela paisagem campestre. Claro que nada disto é perfeito sem a vida animal, e ela existe. Podemos contemplar as tartarugas a mergulharem ou simplesmente com a cabeça de fora de água ao sol, ou podemos deliciar-nos com os movimentos graciosos dos "peixes dourados", daqueles que temos em nossa casa, mas com um tamanho considerável, dignos de serem pescados numa competição oficial. Mas o jardim não estaria completo sem os lindos patos atrás da mãe pata... umas horas bem passadas são o que espera qualquer um que passe pelo Jardim do Campo Grande. Eu recomendo o final da tarde... as cores são vivas e acompanhadas da vossa companhia favorita, é o tempo idealmente bem passado!

post by BrisaAzul

publicado por Ventania às 22:02
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2 comentários:
De Lord of Erewhon a 7 de Novembro de 2006 às 16:07
Belo texto.
Bonito este blog.
De Clara a 5 de Junho de 2007 às 20:29
Antes de mais... mas que bela maneira de escrever...
Talvez alguem q consiga apreciar isto? :

Odeio não ter título

Odiei ter ouvido aquela conversa hj, porque me fez pegar em ti e escrever sobre odiar. Antes de odiar alguma coisa, eu odeio odiar. A sério, odiar é ridículo, o ódio merece o meu ódio. Odiar não é algo que me leva a algum lugar. Odeio, e daí? Não é como a raiva que me dá força para fazer alguma coisa.

O que mais odeio são as pessoas felizes. Ai, pessoas felizes são tão odiantes que eu juro que meu ódio acabaria com a felicidade delas em instantes. Rimou? Não odeio rimar.

Ao contrário do que disseram, eu
não odeio quem me odeia. Também não é por isso que eu adoro que me odeiem a torto e a direito. Mas o ódio tem que ter um destinatário à altura, sabes? Não vou odiar qualquer tosco que me odeie. Tenho ciúmes do meu ódio.

Odeio o mais ou menos, o morno, o quase. Tem que doer, tem que queimar, tem que acabar logo, ou começar de uma vez. Odeio gente que não é complicada, que não acrescenta, que não me provoca.

Odeio a frase “Simplesmente eu…”, odeio quem diz isto. Nunca o diria. Sou complicada, não simples. Também odeio quando acham mau ou estúpido que eu seja complicada. Geralmente, não incomodo as pessoas com as minhas opiniões absurdas, como esta.

Odeio que digam que a vida é simples. Eu não quero que a minha seja simples, eu não quero rotina, odeio rotina, odeio repetição.

Odeio pessoas que não sabem ficar caladas. O silêncio é um dom. Eu não me importo de telefonar a alguém e ficarmos ambos calados. É a cumplicidade do silêncio. Falar demais causa-me ódio.

Odeio quem desconta os seus traumas no mundo, e quem o faz a toda a hora. Quem o faz, que faça terapia. Aliás, odeio quem odeia terapia.

Odeio chamar a atenção, odeio não chamar. Odeio contradizer-me!

Odeio minha necessidade de ajudar quem eu gosto. Odeio quando não entendem isso também. Não é por benevolência, eu gosto de me sentir útil. Acho que, se morrer amanhã, levarei comigo tudo que aprendi, mas deixarei para as pessoas ao meu redor o que fui. É a minha forma de ser imortal.

Eu amo pessoas que odeio e odeio aquelas que amo. E também odeio isso!

E entao... foi apreciado ?

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