11 comentários:
De Isa_ a 14 de Janeiro de 2009 às 18:40
evidencias fotograficas?? n serao semelhanças?.. lol
De Ventania a 14 de Janeiro de 2009 às 19:40
não, não são semelhanças. são evidências.
De Anónimo a 14 de Janeiro de 2009 às 23:23
Eliminar as evidencias fotograficas pode sempre ajudar a passar essa dor....
De Ventania a 15 de Janeiro de 2009 às 08:30
Porque é que em vez de anónimo não assinas "parvalhão do costume"? Queres isqueiro e gasolina para eliminar as tuas fotos ou sabes fazer delete sozinho? Se precisares de ajuda diz! E já agora, vê lá se apagas as outras fotos também, as mais antigas! =P
De miúda a 14 de Janeiro de 2009 às 20:28
entendo-te a cada palavra. apenas se consegue ser "eu" quando a outra metade do "eu" se entrega e completa o pedaço que falta. a memoria e o pensamento são traiçoeiros, criam a ilusão, moldam desejos, elevam sentimentos, ignoram pormenores. detalhes do passado vivos e cintilantes numa conciencia que nos diz o que queremos ouvir.***
De Ventania a 14 de Janeiro de 2009 às 21:52
Muito traiçoeira a memória, diz-te o que quer e enche os espaços em branco com ficção... é se calhar por isso que dói tanto cortar relações com o passado. Bjs*
De pingodemel a 15 de Janeiro de 2009 às 11:02
olá

...as memórias são parte de nós... relatam o passado e é o passado que faz de nós aquilo que hoje somos... ás vezes as memórias magoam ... ou mostram como um dia fomos felizes e depois tudo acabou ou vice versa ... as memórias fazem parte de nós...por isso não são para apagar ... são historia da nossa vida temos é que começar a olhar para as memorias que nos deixam tristes com distancia e a cada dia que passa com uma distancia maior :)

abraço
De Ventania a 19 de Janeiro de 2009 às 21:05
Tens toda a razão. E todos os dias são dias de construir novas e melhores memórias, dias de crescer. =) Um abraço!
De Ventania a 17 de Janeiro de 2009 às 00:09
Fizeste-me recordar uma dura realidade em que a ilusão era o chão mais seguro que eu procurava alcançar, era como se fosse uma viciada em droga e me perdesse pelos caminhos do pensamento que eu julgava ser o "ar" mais rico em oxigénio... Quando acordei para a realidade estava quase sufocada... não conseguía pensar, não conseguía agir, desconhecia quem eu era e em que é que me tinha tornado. foi como viver no meio de um tornado...
Pensei muitas vezes, e até à bem pouco tempo, que era impossível dar a volta por cima, despegar-me de memórias (das más e das boas, pq tb há boas), tenho descoberto que não há necessidade de "esquecer". A única necessidade que há é libertar o passado, deixá-lo ir para onde ele pertence, lembrar todos os dias que a primeira pessoa a quem tenho de agradar é a mim própria, porque o Eu é a pessoa mais importante para mantermos a nossa estabilidade emocional.
Há um tempo na minha história em que eu digo: eu não fui eu... mas agora sou.
Espero que estejas bem.
Beijinho
De Ventania a 17 de Janeiro de 2009 às 00:12
Fizeste-me recordar uma dura realidade em que a ilusão era o chão mais seguro que eu procurava alcançar, era como se fosse uma viciada em droga e me perdesse pelos caminhos do pensamento que eu julgava ser o "ar" mais rico em oxigénio... Quando acordei para a realidade estava quase sufocada... não conseguía pensar, não conseguía agir, desconhecia quem eu era e em que é que me tinha tornado. foi como viver no meio de um tornado...
Pensei muitas vezes, e até à bem pouco tempo, que era impossível dar a volta por cima, despegar-me de memórias (das más e das boas, pq tb há boas), tenho descoberto que não há necessidade de "esquecer". A única necessidade que há é libertar o passado, deixá-lo ir para onde ele pertence, lembrar todos os dias que a primeira pessoa a quem tenho de agradar é a mim própria, porque o Eu é a pessoa mais importante para mantermos a nossa estabilidade emocional.
Há um tempo na minha história em que eu digo: eu não fui eu... mas agora sou.
Espero que estejas bem.
Beijinho
De Ventania a 19 de Janeiro de 2009 às 20:59
Estou bem, estou a aprender a ser Eu sem me conformar com a Vida. Já passei por esses 'capítulos' de que falas, noutro filme, noutra vida. E consegui dar a volta, guardar e acarinhar as memórias boas, sem rancor, foi sereno, estou de bem com esse passado. O presente é que está a custar a digerir. Mas hei-de lá chegar. =) Obrigada pelo apoio, cara blogónima. Um beijinho grande para ti.

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